Há sempre um pouco de circo no coração de toda criança. Há sempre um
pouco de criança no coração de todo adulto. Dentro de nós despertam ecos
as facécias do palhaço, o encanto da bailarina a cavalo, as proezas do
trapézio, o destemor do homem que enfrenta leões e tigres... O fascínio que
aureola nossas recordações, vem do resto de infância que – felizmente! –
ainda ficou em nós. E enquanto houver, ressoando alegre e contagiante, um
riso de criança, haverá sempre um grito entusiástico pronto a explodir: -
Viva o circo! (Roberto Ruiz2)
pouco de criança no coração de todo adulto. Dentro de nós despertam ecos
as facécias do palhaço, o encanto da bailarina a cavalo, as proezas do
trapézio, o destemor do homem que enfrenta leões e tigres... O fascínio que
aureola nossas recordações, vem do resto de infância que – felizmente! –
ainda ficou em nós. E enquanto houver, ressoando alegre e contagiante, um
riso de criança, haverá sempre um grito entusiástico pronto a explodir: -
Viva o circo! (Roberto Ruiz2)

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